celebração

Reptilia celebra 13 anos com olhar para o futuro e apresenta Calor Urbano

A Reptilia chega aos 13 anos de trajetória reafirmando uma identidade construída no encontro entre moda, arquitetura, design e consciência ambiental. Fundada pela designer e arquiteta Heloisa Strobel, a marca aproveita o aniversário para revisitar sua história e, ao mesmo tempo, apresentar novos caminhos para o futuro com a coleção Calor Urbano, Primavera/Verão 2027.

A celebração acontece no Instituto Brasileiro de Teatro, em São Paulo, onde a marca apresenta a mostra Glossário Suspenso, uma retrospectiva de peças que se tornaram símbolos de sua linguagem. Suspensas em estruturas vindas do teto, as roupas deixam de acompanhar o corpo e passam a revelar suas próprias formas, volumes, dobraduras e construções, elementos que atravessam a trajetória da Reptilia. Entre as peças apresentadas estão a Jaqueta Anjo e a Camisa Laço.

Mais do que uma retrospectiva, o encontro também evidencia um dos pilares que acompanham a marca desde sua criação: a busca por processos mais conscientes. É nesse contexto que aparece Fragmentos, linha permanente desenvolvida a partir de retalhos provenientes do corte das coleções sazonais. Em vez de serem descartados, os pequenos pedaços de tecido são armazenados e posteriormente transformados em peças exclusivas e limitadas, fazendo do reaproveitamento parte do próprio processo criativo da marca.

Vestir diante das mudanças do clima

Em Calor Urbano, a preocupação ambiental ganha uma relação direta com o cotidiano. A coleção parte das transformações climáticas e do aumento das temperaturas para pensar roupas capazes de acompanhar uma mulher em constante movimento, inclusive diante das mudanças de clima ao longo de um mesmo dia. Para a Reptilia, o clima deixa de ser apenas cenário e passa a orientar escolhas de criação e produção.

Os materiais escolhidos reforçam essa proposta. O denim utilizado na coleção é produzido com algodão brasileiro certificado e rastreável e recebe seus efeitos de textura diretamente no tear, reduzindo a necessidade de processos tradicionais de lavanderia e clareamento químico. Segundo o release da marca, a técnica evita o uso de 30 a 50 litros de água e reduz a emissão de dióxido de carbono.

A coleção também utiliza malhas de viscose produzidas a partir de celulose de madeira de reflorestamento certificada, com consumo de água 50% menor em sua fabricação. A poliamida aparece em uma malharia que favorece a troca de calor e a sensação de frescor, além de exigir poucas lavagens e dispensar o uso de ferro de passar. O linho puro completa a seleção de materiais.

Formas que permanecem

As camisas, um dos produtos de referência da Reptilia, retornam em novas interpretações. Na coleção, aparecem com amarrações maiores e mais volumosas ou em pequenos laços distribuídos por diferentes pontos das peças, como barras e recortes dos bolsos frontais. A alfaiataria surge acompanhada por motivos de risca de giz, enquanto a cartela mantém os tons neutros característicos da marca e acrescenta lilás, verde cítrico e um vermelho mais intenso.

Ao completar 13 anos, a Reptilia transforma a própria trajetória em ponto de partida para pensar o que vem depois. Entre peças que revisitam sua história, materiais reaproveitados e uma coleção concebida a partir das mudanças do clima, a marca reafirma uma ideia que atravessa seu trabalho: vestir pode ser também uma forma de pensar o presente e as escolhas que constroem o futuro.

SERVIÇO – RESTRITO À CONVIDADOS
Reptilia – Calor Urbano – Primavera/Verão 2027
Data: Quinta-feira, 27 de agosto, de 10h às 12h
Endereço: Av. Brigadeiro Luís Antônio, n. 277, CEP 01.317–000, São Paulo/SP

fonte: Agência LEMA

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *